Os sonhos se assemelham

com a primavera.

A espera das flores,

o acreditar dos que plantam,

ideais dentro do peito.

Vem um, arranca uma flor.

Outra e mais outra.

Até esgotar quase todo sonho.

 

Mas a primavera volta

e tudo reverdece outra vez.

Mais sonhos e mais flores.

Recomeça outra vez o acreditar.

A utopia rega outra vez com a esperança

o sonho que está enraizado no peito.

 

E a luta continua, porque

“podem roubar todas as flores,

mas nunca a primavera”.

 (Autor desconhecido)