(Do Papa Francisco, quando era Bispo na Argentina)

 1o O POLEGAR É O MAIS PRÓXIMO DE VOCÊ.

Então, comece orando por aqueles que estão mais perto de você.

São as pessoas mais fáceis de lembrar.

Orar por nossos entes queridos é “uma doce obrigação”.

 

2o O SEGUINTE DEDO É O INDICADOR.

Ore por aqueles que ensinam, instruem e curam.

Isso inclui mestres, professores, médicos e padres.

Eles necessitam de apoio e sabedoria

para indicar a direção correta aos demais.

Mantenha-os, sempre presentes, em suas orações.

 

3o O PRÓXIMO DEDO É O MAIS ALTO.

Ele nos lembra dos nossos líderes.

Ore pelo presidente, pelos congressistas, empresários e gestores.

Essas pessoas dirigem os destinos de nossa pátria

e guiam a opinião pública. Eles precisam ser guiados por Deus.

 

4o O QUARTO É O NOSSO DEDO ANULAR.

Embora muitos fiquem surpresos, é o nosso dedo mais fraco,

como pode explicar qualquer professor de piano.

Ele deve nos lembrar de rezar pelos mais fracos

com muitos problemas ou prostrados pela doença.

Eles precisam de nossas orações, dia e noite: nunca é demais orar por eles.

Também deve convidar-nos a orar pelos casais.

 

5o FINALMENTE, O DEDO MINDINHO, O MENOR DE TODOS.

É assim que devemos ver-nos diante de Deus e dos outros.

Como diz a Bíblia, “os últimos serão os primeiros”.

Seu dedo mindinho deve lembrá-lo de orar por si mesmo.

Quando você já tiver orado pelos outros quatro grupos,

verá suas próprias necessidades na perspectiva correta,

e poderá rezar melhor por elas.

 

(Versão de GCC)