MEU PRIMEIRO EMPREGO

Meu primeiro emprego foi difícil: professora da turma mais jovem numa escola. Eram 25 crianças de 5, 6, 7 e 8 anos, e cada uma tinha direito à atenção individual. Uma tarde o diretor da escola entrou na sala de aula e me entregou meu contracheque. Uma criança, curiosa, perguntou para que era e expliquei que aquilo me permitiria tirar meu salário do banco.

- Assim como seus pais recebem o dinheiro pelo trabalho que fazem - disse eu.

- Mas, professora - indagou Rogério - onde é que a senhora trabalha? Está sempre conosco!

 

A JUSTIFICAÇÃO

 Uma colega que é professora tem um álbum cheio de cartas de pais comunicando que o filho ou a filha está doente, pedindo um dia de folga, falando sobre maus resultados nos testes, e assim por diante. Também há uma carta de uma das mães, que evidentemente tinha muito trabalho de manhã. Sua desculpa pelo filho chagar atrasado no colégio era a seguinte: "Prezada senhora, sinto muito que Vítor esteja atrasado. Só o encontrei quando estava arrumando as camas".

 

O ALUNO CARIDOSO

 - Quem, se julgar burro que se levante - disse o professor aos alunos.  Após um longo silêncio, o aluno mais inteligente da turma levantou-se.

- Você se acha burro? - indagou o professor, espantado.

- Não, senhor, mas não suportava a idéia de vê-lo de pé aí, sozinho.

 

(Autor Desconhecido)