A mulher é o ADJETIVO que precisa CONCORDAR com o SUBSTANTIVO “homem”, para estar gramaticalmente na sociedade.

O namoro é um ADVÉRBIO DE TEMPO cujo DETERMINADO é o casa­mento.

Toda moça tem seu namorado CLARO ou OCULTO.

Quando alguém quer se casar, procura logo a ORAÇÃO PRINCI­PAL, o amor, e todos conjugam o VERBO AMAR sem se importar com os TEMPOS e as PESSOAS.

E quando o pai indaga as qualidades do namorado da filha, está anunciando um PERÍODO para conhecer o SUJEITO.

Uma mocinha magra é um DIMINUTIVO, uma alta é um SUPER­LATIVO.

Uma noiva é um FUTURO CONDICIONAL, outra, de idade mais avançada, é um PRETÉRITO MAIS QUE PERFEITO.

Uma garota com muitos namorados é um SUBSTANTIVO COMUM.

Quando o rapaz e a garota conversam em segredo, estão entre PARÊNTESE.

As pessoas que levam os recadinhos entre os namorados são VERBOS AUXILIARES.

Quando a garota fala do seu namorado, pode dizer “meu SUBSTANTIVO PRÓPRIO”, “meu OBJETO DIRETO”.

Namorar muitos é um PLEONASMO.

Namorar uma moça é um FONEMA BILABIAL.

A moça que não namora é um VERBO INTRANSITIVO, não tem COMPLEMENTO DIRETO.

E quando o namoro esfria, está em DECLINAÇÃO.

A mulher com muito dinheiro é um SUJEITO COMPOSTO.

O homem que namora para casar é uma CONJUNÇÃO SUBORDINADA.