É natural que as homenagens às mães tenham sua origem nos tempos mais remotos. Sabe-se que os astecas, por exemplo, homenageavam as mães, honrando com grandes festejos e rituais sacros, a deusa Coyolxauhqui, mãe do deus Huitzilopochtli, e a mãe de todos os deuses, Tonantzin, cujo nome significa “nossa mãe venerável”. Os antigos gregos, coincidindo com os festejos de início da primavera, também homenageavam as mães, na pessoa de Rhea, mãe do deus Júpiter e de outros deuses da mitologia grega.

 

Nos tempos mais atuais, costuma colocar-se o início das homenagens às mães, na Inglaterra, no começo do século 17, no quarto domingo da quaresma, em que as trabalhadoras domésticas tinham o dia livre para poder ficar com suas mães. Os patrões permitiam que, antes de sair, preparassem um bolo, chamado “bolo das mães”, para oferecê-lo às suas mães. Alguns emigrantes ingleses levaram este costume para os Estados Unidos. Mas a primeira celebração pública do Dia das Mães, neste país, aconteceu no outono de 1872, em Boston, por iniciativa da escritora Julia Ward Howe, homenageando as mães que tinham perdido seus filhos na guerra.

 

Depois dessa data, só em 1905, se voltou a festejar as mães, graças à iniciativa de Ana Jarvis, com ocasião da morte de sua mãe. Em 1914, o presidente dos Estados Unidos assinou uma decreto, declarando o segundo domingo de maio, Dia das Mães.

 

No Brasil, o presidente Getúlio Vargas também oficializou o segundo domingo de maio como “Dia das Mães”. O primeiro Dia das Mães aconteceu em Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918, por iniciativa da Associação Cristã de  Moços. 

(Pesquisa feita por G.Cabada)